sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Fotos: O sucesso de Antônio Abujamra em Que Rei Sou Eu?




Fonte: VEJA, 31 maio 1989.

Espero que gostem.
ME


Coluna: A primeira noite


Globo volta a abordar o tema da virgindade para ganhar audiência no horário das 8.


A virgindade é um assunto capaz de manter milhares de telespectadores diante da telinha durante a novela Pátria Minha, da TV Globo. Todos querem saber como a jovem Alice, de 17 anos, interpretada por Cláudia Abreu, irá viver sua primeira noite. Ela está cheia de dúvidas. Não sabe se chegou a hora. Não sabe com quem. Pode ser com Nando (Rodrigo Santoro), o namorado bonzinho, ou com o sedutor Rodrigo (Fábio Assunção), uma paixão à primeira vista. Alice/Cláudia Abreu discute cada passo com a mamãe politicamente correta Natália (Renata Sorrah). À espera de uma decisão da moça, o público não desgruda da televisão. Mesmo indo ao ar às 9 e meia da noite, uma hora mais tarde do que o normal, e depois da chatice do horário eleitoral gratuito, a novela tem garantido uma ótima média de audiência, 45 pontos no Ibope.
Nesta segunda-feira (29 de agosto*), o suspense terá terminado. Alice vai para a cama com Rodrigo, que da conheceu depois de um esbarrão na escola. Esta não é a primeira vez que a TV Globo usa a perda da virgindade como alavanca para a audiência. Em O Dono do Mundo, a primeira noite tinha uma importância nevrálgica para a trama. A professorinha Márcia (Malu Mader) casava virgem, mas não descobria os prazeres da carne com o próprio marido e sim com o maquiavélico Felipe Barreto (Antônio Fagundes). O vilão não queria nada com ela. Tinha apenas feito uma aposta com um amigo de que seria o primeiro homem na vida da jovem moçoila. Tanto Pátria Minha como O Dono do Mundo levam a assinatura de Gilberto Braga, que explorou outras vertentes do tema virgindade nas minisséries Anos Dourados e Anos Rebeldes. Os Anos Dourados de Braga são carregados de clima de moralismo e repressão sexual da década de 50. A mãe da normalista Lurdinha (Malu Mader) berra histéricamente que a filha foi "deflorada", quando descobre que foi para a cama com Marcos, o namoradinho do Colégio Militar (Felipe Camargo). Já Anos Rebeldes, situado em plena revolução de costumes dos anos 60, mostra a protagonista Heloísa (novamente Cláudia Abreu) pulando na cama como o professor de violão, interpretado por Thales Pan Chacon, para saciar sua curiosidade sobre o sexo.

Bandeira de luta - Só quarentões que não descobriram seus próprios cabelos brancos podem espantar-se com o interesse do público em torno desse assunto. "Hoje em dia, as meninas sonham perder a virgindade com um príncipe encantado. Querem que seja um momento mágico de suas vidas, marcante", explica a socióloga Maria Tereza Monteiro, da Retrato Consultoria, baseada nas pesquisas de comportamento feitas em 1987.

Casa da mamãe - A novela Pátria Minha procura abordar o comportamento das adolescentes brasileiras. É óbvio que há diferenças entre a ficção e a realidade. Nas histórias de Gilberto Braga, o namorado bonzinho acaba assistindo à amada cair na cama de um aventureiro mais atrevido. Foi assim em O Dono do Mundo, Anos Rebeldes e agora em Pátria Minha. 
Cláudia Abreu, naquela época com 23 anos, casada desde 1989 com Guilherme Fontes, identificava-se com sua personagem, Alice, da novela. Ela deixou de ser virgem aos 16, 17 anos. A diferença é que foi com um namorado fixo, e não num lance de surpresa.

Minha opinião: 
O que diz a revista está certo, porque se um homem é jovem e engravida alguém menor de idade, essa pessoa tem que assumir a responsabilidade pelo que fez, mas se o homem é adulto, essa pessoa vai para a cadeia.

Reflita: O que você acha dessa matéria? Você concorda ou discorda? Escreva no painel de comentários, assim posso compartilhar seus comentários com você, leitor.


Fontes:
VEJA. 31 agosto 1994.

Espero que gostem.
ME

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

FINA ESTAMPA: Quinzé é a próxima vítima de Tereza Cristina


Ela arma um plano cruel para tirar a vida do filho de Griselda e levar a rival ao desespero absoluto.

Depois que flagrou a mãe dormindo com Pereirinha (José Mayer), o encanado Renê Júnior (David Lucas) nunca mais foi o mesmo. O garotão entra na maior crise e pede a Renê (Dalton Vigh) que o deixe viver com ele, pois não suporta mais a mãe. Acontece que o chef não quer o filho residindo em um hotel. Ele discute o problema com Griselda (Lília Cabral) que convida o amado para morar em sua mansão com o herdeiro. Apaixonado, mais que depressa, Renê aceita a proposta.
Mal sabem, ele e a ex-bigoduda, que tal decisão fará a jacaroa do Nilo se sentir roubada mais uma vez e subir nas tamancas de tanta raiva. Porém, quando o ex-marido a procura para expor a decisão, ela disfarça dizendo que permitirá a mudança do filho a fim de que o rapaz perceba que o verdadeiro lugar dele é na mansão da família.
Mas ardendo em puro ódio, no dia seguinte Tereza Cristina (Christiane Torloni) chama Ferdinand (Carlos Machado) e ordena que ele consiga uma cobra venenosa, das mais peçonhentas e coloque no carro de Amália (Sophie Charlotte). Diante da promessa de uma noite de amor espectacular, o segurança do condomínio aceita o serviço sujo mais uma vez e encontra uma víbora com mordida fatal.
Quando dirige até seu trabalho na loja de cremes, a moça é surpreendida pela cobra e capota o carro várias vezes. Por sorte e proteção divina a jovem escapa sã e salva e a cobra desaparece no local do acidente. Claro que Griselda desconfia da rival e diz isso ao namorado. Mas Renê não consegue admitir que Tereza Cristina seja capaz de uma tentativa de assassinato. Ele ainda prefere tratá-la como uma perua mimada e não como a psicopata disposta a tudo para se vingar. Um erro que lhe custará muito caro.
Enquanto isso, a vilã das vilãs começa a engendrar um outro plano, que desta vez deverá ser infalível e ainda mais maligno, para acabar com Quinzé (Malvino Salvador), o braço direito de Pereirão. De novo, ela chama Ferdinand e o seduz para que ele mate o rapaz com requintes de crueldade jamais vistos. Enquanto combinam os detalhes do crime, os dois sádicos se divertem imaginando a dor de Quinzé e o desespero de Griselda.

Fonte: Revista Ti Ti Ti. Ed. 695. 06 de janeiro de 2012.

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Minissérie: As Noivas de Copacabana

Patrícia Pillar e Miguel Falabella como Cinara e Donato.

Autor: Dias Gomes.
Capítulos: 16.
Horário: 22h30.
Exibição: 2-26 junho 1992.
Elenco: Miguel Falabella, Reginaldo Faria, Patrícia Pillar, Hugo Carvana, Ricardo Petraglia, Zezé Polessa, Branca de Camargo, Ana Beatriz Nogueira, Yara Lins, Suely Franco, Maria Gladys, Chica Xavier, Nelson Dantas, Marcelo Faria, Patrícia Perrone, Patrícia Novaes, Márcia Cabrita, Joel Silva, Christiane Torloni, Tássia Camargo, Marieta Severo, Raul Cortez, Milton Gonçalves e Ewerton de Castro. 
Sinopse: Noivo de Cinara (Patrícia Pillar), Donato Menezes (Miguel Falabella) é um conceituado restaurador de arte que antes levava uma vida pacata. Ele esconde uma psicopatia: ele procura anúncios de vestidos de noiva nos jornais entra em contato com as anunciantes, seduz as mulheres e as estrangula, vestidas de noiva, em pleno ato sexual. No final, Donato é preso. 
Entre as vítimas estão a professora Marilene (Tássia Camargo) e a socialite Kátia de Sá Montese (Christiane Torloni).
Curiosidades:
  • Foi a segunda vez que Miguel Falabella e Christiane Torloni trabalharam juntos. A primeira foi em Selva de Pedra (86), como Miro e Fernanda e a terceira foi em Cara e Coroa (95), como Mauro e Vivi. 
  • Alguns atores, depois dessa minissérie, foram fazer De Corpo e Alma (92), como Marcelo Faria, Patrícia Novaes, Milton Gonçalves e Ewerton de Castro.
  • Os maiores atrativos dessa minissérie foram a ambientação, realizada em um dos maiores bairros charmosos do país (Copacabana), e o figurino, que foi responsável por Helena Brício, que criou oito vestidos de noiva, cada um com estilo diferente.
  • Foi reprisada três vezes: de 31 de janeiro e 10 de fevereiro de 1995, no Festival 30 Anos, em 16 capítulos, de 20 a 30 de outubro de 1998, em 8 capítulos, e de 25 a 30 de janeiro de 2005 no Multishow, em 5 capítulos.
  • Diferentemente da versão original, o final na versão internacional é diferente: Donato (Miguel Falabella) é preso, sem mostrar sua fuga.
Fontes:
TV Globo: Novelas e Minisséries.

Espero que gostem.
ME

Coluna: Pátria Descalça



Fonte: VEJA. 27 julho 1994.

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ME

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Coluna: Macaquices e Trapalhadas



Com uma história frouxa e um elenco mal escalado, Mico Preto afunda o horário das 7 da Globo.


Quando o surfista boboca de Nuno Leal Maia e sua trupe de crianças bonitinhas e chatinhas se aposentaram do horário das 7 da Rede Globo, com o fim de Top Model, há um mês, os telespectadores comemoraram a passagem triunfal da novela ao esquecimento e torceram para que uma produção caprichada a sucedesse. Afinal, suas duas antecessoras, Bebê a Bordo e principalmente Que Rei Sou Eu? foram sucessos que, na melhor tradição das novelas, viraram temas de conversas e até de discussões políticas em todo o país. Nas últimas semanas, à medida que os primeiros capítulos de Mico Preto, a substituta de Top Model, ganharam o vídeo, reforçou-se a impressão de que o horário das 7 os baratos deram lugar às baratas. Mico Preto é uma das piores coisas já mostradas pela televisão desde que ela aportou no Brasil no anos 50, uma novela com personagens sem pé nem cabeça ou inadequados para o horário, com uma trama que consegue ser mais frouxa que as de Top Model e O Salvador da Pátria juntas e atores que parecem tão apropriados aos papeis quanto Renato Aragão na pele de Henrique V, de Shakespeare - a sério.
Mico Preto pretende ser uma comédia, mas é duro achar graça em suas cenas. Liga-se o televisor e lá está Glória Pires, a atriz mais talentosa surgida na televisão, em seu primeiro naufrágio no vídeo. Ela é Sarita, uma pobretona que engana o noivo dizendo que trabalha como acompanhante de doentes enquanto ganha a vida entretendo os fregueses de uma boate suspeita. Muitas Saritas podem ser encontradas nas grandes cidades do país, com perfis dramáticos ou engraçados, mas a de Glória Pires é apenas vulgar, forçada, espantosamente feia e - defeito dos defeitos - uma chata de doer. Seu noivo é Firmino - Luiz Gustavo, num doloroso papel de galã - um cidadão para quem nada parece dar certo e cuja sorte parece mudar depois que, por engano, ele é nomeado procurador da dona de um império industrial. Firmino deveria ser um tipo cômico, meio atrapalhado, surpreso diante do que lhe acontece, mas Gustavo erra na dosagem de estupidez que imprime ao personagem. O resultado é um sujeito tão idiota, mas tão idiota que não se acredita que ele possa existir. Nem mesmo numa novela.

Bons amigos - Nas cenas em que aparece outra dupla de personagens principais, José Maria (Marcelo Picchi) e José Luis (Miguel Falabella), Mico Preto se revela apenas chula e de mau gosto. Os dois personagens são homossexuais, e as cenas que decorrem dessa característica resvalam para o mais rasteiro teatro de revista. José Luis vive fugindo do assédio de uma pretendente, que, para convencer o público de sua falta de percepção, deveria ser cega, surda e muda - um QI de 20 pontos talvez também ajudasse. José Maria é deputado, quer concorrer ao governo do Estado e, para manter as aparências, contrata um casamento com Sarita. Em alguns momentos, sugere-se que José Maria e José Luis são mais que bons amigos. Pode-se apostar que cenas como essas não representam exatamente o que muitos pais de família brasileiros gostariam de apresentar aos seus filhos às 7 horas da noite.
Em televisão, costuma-se dizer que uma boa telenovela consegue agradar até mesmo quando o elenco é ruim. Da mesma forma, diz-se que o inverso não ocorre, ou seja, que uma história fraca não segura o espectador mesmo que à frente dela estejam os melhores atores do mundo. No caso de Mico Preto, ocorre a rara coincidência de história destrambelhada com elenco mal escalado. O espectador não é atraído  pela aventura que se conta - um requentado chocho das incontáveis tramas envolvendo disputas empresariais implausíveis - nem pela forma como ela é contada. Há uma exceção: a atriz Geórgia Gomide, no papel de mãe de Sarita, tem boas tiradas. A astúcia e a falta de escrúpulos de seu personagem - batizado com o sugestivo nome de Herotildes - são exploradas à maneira divertida. À parte os momentos em que ela aparece, no entanto, a novela afunda no desinteresse e na gratuidade, resumidos pelo macaquinho usado nas vinhetas de abertura e encerramento desse desastre todo.


Fontes: VEJA. 06 de junho de 1990.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg5uGNN_NYMUZCsHYCaKj-5dwswGPPS-sFpFRfLYA5RDBLWclA-C_aHU5Rw6hI8j_NaffcJmfDvk78OIR1KBzcq7-5dub7Gadae8JH-rZVa9JF0o6tlEHQA7ke88QnyMlTPLtEsXksqksk/s1600/prof6trapaceiramico.jpg

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ME

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Minissérie: Desejo

Guilherme Fontes, Vera Fischer e Tarcísio Meira como Dilermando, Saninha e Euclides da Cunha.

Autora: Glória Perez.
Capítulos: 17.
Horário: 22h30.
Exibição: 27 maio-22 junho 1990.
Elenco: Tarcísio Meira, Vera Fischer, Guilherme Fontes, Nathália Timberg, Deborah Evelyn, Cláudio Cavalcanti, Vera Holtz, Marcos Palmeira, Marcos Winter, Marcelo Serrado, Othon Bastos, Leonardo Villar, Thaís de Campos, Luiz Maçãs, Eliane Giardini, Thelma Reston, Carlos Gregório, Ivan de Albuquerque, Hélio Ary, Chico Expedito, Léa Garcia, Cléa Simões, Caio Junqueira, Fabrício Bittar e Daniel Lobo.
Sinopse: Após ser nomeado engenheiro da Estrada de Ferro Central do Brasil, Euclides da Cunha (Tarcísio Meira) passa a viajar com frequência. Sua mulher, Ana (Vera Fischer), a Saninha, acaba se envolvendo com Dilermando de Assis (Guilherme Fontes), aspirante do Exército. Decidido a acabar com o romance, o autor de "Os Sertões" sai de casa armado e flagra o casal na casa do amante. Então, começa o tiroteio e Euclides é morto.
Sete anos depois, Euclides da Cunha Filho (Marcelo Serrado) tenta vingar a morte do pai, mas também acaba morto por Dilermando, que consegue ser absolvido e perdoado pela mulher. Depois, Saninha descobre que o marido tem uma amante, sai de casa, desesperada, com os cinco filhos. 
Curiosidades: 
  • Enquanto a minissérie ia ao ar, alguns atores estavam fazendo a novela Pantanal (90), como Marcos Palmeira, Marcos Winter e Nathália Timberg.
  • Foi o primeiro trabalho do ator Caio Junqueira e da atriz Eliane Giardini na Rede Globo.
  • Foi reapresentada no Canal Viva duas vezes: de 2 a 24 de novembro de 2010 e de 18 de julho a 9 de agosto de 2011. 
  • Para construir sua minissérie, Glória Perez buscou informações nos jornais de época, nos processos judiciais sobre a morte de Euclides da Cunha em 1909 e de seu filho em 1916, e na correspondência de Dilermando e Saninha.
  • O romance entre Dilermando (Guilherme Fontes) e Saninha (Vera Fischer) viraram alvo de crítica.
Fontes:
TV Globo: Novelas e Minisséries.


Espero que gostem.
ME


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Biografia: Denise Del Vecchio


A atriz Denise del Vecchio Falótico Frateschi nasceu no dia 5 de maio de 1951, em São Paulo. Garota com 14,15 anos, foi pela primeira vez ao teatro, levada por um professor de Geografia, assistir Morte e Vida Severina, no Teatro Municipal. Ficou apaixonada pelo que viu e teve desejo de pisar nos palcos. Só que se achava muito velha para começar. Vários acasos foram acontecendo, como um professor que lhe ensinou técnicas de Brecht na escola Auguste, e depois, com sua turma de filosofia, resolveu fazer os diálogos de Platão encenados. A partir daí, começou a se interessar por cursos de teatro. Foi fazer um curso do Emílio Fontana, no TBC, e depois de seis meses foi para o Teatro de Arena, onde se profissionalizou, deixando interrompida sua formação em História.

Sua trajetória é privilegiada. No Núcleo do Teatro de Arena em São Paulo, participou do espetáculo Teatro Jornal 1ª Edição, encenado por Augusto Boal, e de Arena Conta Zumbi (1971). No ano seguinte, faz “Doce América, Latino América”, criação coletiva. Ainda em 1972, entrou para o Teatro Studio São Pedro, de Maurício e Beatriz Segall e encenou Tambores na Noite e A Semana - Esses Intrépidos Rapazes e Sua Maravilhosa Semana de Arte Moderna. Em 1973 fundou, com Celso Frateschi (com quem foi casada), o grupo Teatro Núcleo Independente e depois seguiu carreira solo, com a realização de trabalhos de qualidade, realizando um teatro popular e voltado para a periferia de São Paulo.

Começou na TV na novela Ídolo de Pano (74), como Renée. Depois faz diversas novelas da Rede Tupi, como Um Dia, O Amor (75), como Adriana, Um Sol Maior (77), como Betty e O Direito de nascer (78), como Rosário. Em 1979, transfere-se para a Rede Bandeirantes para fazer a novela O Todo Poderoso (79), como Carmem Sílvia. Em 1982, faz as novela Picnic Classe C (82), como Marieta, Maria Stuart (82), como Roberta e Os Imigrantes - Terceira Geração (82), como Marinha. Em 1983, faz duas novelas da SBT: Acorrentada (83), como Laura e Pecado de Amor (83), como Helga.

Em 1984, transfere-se para a Rede Globo e faz a minissérie A Máfia no Brasil (84), como Anita, e sua primeira novela nessa emissora foi Fera Radical (88), como Olívia, e em seguida, faz Top Model (89), como Lia, que pode ser vista de segunda a sexta no Canal Viva, às 15h30. Depois faz Anos Rebeldes (92), como Dolores, e em 1994, em dose dupla, faz A Viagem (94), como Glória e na SBT, faz As Pupilas do Senhor Reitor (94), como Joana. Em 1995, faz Tocaia Grande (95), um grande clássico de Jorge Amado, interpretando Jacinta.

Em 1997, faz a minissérie O Desafio de Elias (97), como Rebeca e a novela Os Ossos do Barão (97), como Rosa, e em 1998, faz Serras Azuis (98), como Netinha. Em 1999, de volta à Globo, faz Força de Um Desejo (99), como Bárbara Ventura, mulher de Higino (Paulo Betti), e no ano seguinte, faz Malhação (2000), como Yolanda, mais conhecida como Ioiô. Entre 2002 e 2004, faz Esperança (2002), como Soledad, Chocolate com Pimenta (2003), como Dona Mocinha Limeira, e Como Uma Onda (2004), como Mariléia Paiva, mãe de Nina (Alinne Moraes) e Lenita (Mel Lisboa).

Em 2006, faz a minissérie JK (2006), como Naná Kubitschek e nesse mesmo transfere-se para a Rede Record, onde está até hoje. A atriz faz Bicho do Mato (2006), como Alzira, Amor e Intrigas (2007), como Celeste e Bela, A Feia (2009), como Vanda. Atualmente, ela faz Vidas em Jogo (2011), como a doceira Augusta, mãe de Raimundo (Rômulo Arantes Neto).

Já foi casada com Celso Frateschi, com quem teve o filho, o também ator André Frateschi.

Espero que gostem.
ME

Biografia: Leandra Leal


A atriz Leandra Rodrigues Leal Braz e Silva nasceu no dia 8 de setembro de 1982, em Rio de Janeiro. Filha do produtor cultural Américo Leal e da atriz Ângela Leal, é a filha única da família. A atriz assume ter sido influenciada pela mãe na escolha da carreira, pois desde pequena conviveu no meio artístico e fascinou-se pela arte de interpretar.

Começou na TV fazendo uma participação no último capítulo de Pantanal (90), como Maria Marruá Leôncio, filha de Jove (Marcos Winter) e Juma (Cristiana Oliveira). Mas seu primeiro papel em destaque foi em Explode Coração (95), como a cigana Yanka, que se apaixona pelo pretendente de sua irmã mais velha. Depois, participa da primeira fase da novela A Indomada (97), como Lúcia Helena, que mais tarde o papel seria de Adriana Esteves, e faz a novela Pecado Capital (98), como Clarelis. 

Em 2000, em dose dupla, faz a minissérie A Muralha (2000), como Beatriz e a novela O Cravo e a Rosa (2000), como Bianca, fazendo par com Ângelo Antônio. Depois de 4 anos sem fazer novelas, faz a minissérie Um Só Coração (2004), como Ucha e caiu na simpatia do público em Senhora do Destino (2004), como Maria Cláudia Tedesco, filha de Nazaré (Renata Sorrah). Em 2006, participa em Páginas da Vida (2006), como Sabrina e dois anos depois, co-protagoniza Ciranda de Pedra (2008), como a doce Elzinha. Em 2010, faz Passione (2010), como Agostina, fazendo triângulo amoroso com Bruno Gagliasso (Berilo) e Gabriela Duarte (Jéssica).

Em abril deste ano, protagonizará a novela das 7 que substituirá Aquele Beijo (2011), Marias do Lar (2012), atuando ao lado de Taís Araújo e Isabelle Drummond.

Espero que gostem. 
ME





domingo, 1 de janeiro de 2012

Biografia: Tuca Andrada


O ator José Ivaldo Gomes de Andrade Filho nasceu no dia 11 de dezembro de 1964, em Recife, Pernambuco. Começou na TV com a novela O Dono do Mundo (91), como Ladislau, e depois faz a minissérie Anos Rebeldes (92), como o estudante Ubaldo. Logo faz a novela Fera Ferida (93), como o delegado Carlos Barromeu, e no ano seguinte, transfere-se para a SBT, onde faz a novela As Pupilas do Senhor Reitor (94), como Pedro.

Em 1996, de volta à Globo, faz as novelas Vira-Lata (96), como Toco e O Amor Está No Ar (97), como Vicente, ambas atuando ao lado de Betty Lago. Em seguida, faz seu primeiro antagonista em Era Uma Vez (98), como o doutor Danilo Borges, e depois faz uma participação em Suave Veneno (99), como Rubem. Em 2001, em dose dupla, participa na primeira fase de Porto dos Milagres (2001), como Leôncio e logo, faz a novela As Filhas da Mãe (2001), como Nicolau. Em 2002, participa de mais uma novela das 6, Sabor da Paixão (2002), como José Carlos, e em 2004, faz o sucesso Da Cor do Pecado (2004), como Kaike.

Em 2006, transfere-se para a Rede Record, e sua primeira novela nessa rede foi Cidadão Brasileiro (2006), como Homero e depois faz Caminhos do Coração (2007) e Os Mutantes - Caminhos do Coração (2008), ambas interpretando Eric Fusily, e em 2009, faz parte do núcleo policial em Poder Paralelo (2009), como Telônio Meira, mais conhecido como Téo. Todas as novelas o ator atuou ao lado de Gabriel Braga Nunes.

Em 2011, volta à Rede Globo. Nesse ano, faz uma pequena participação em Insensato Coração (2011), como Jonas Brito, e depois, faz Cordel Encantado (2011), como o cangaceiro Zóio-Furado. A partir de 10 de janeiro de 2012, está confirmado na minissérie Dercy de Verdade (2012), como Augusto Duarte.

Espero que gostem.
ME




sábado, 31 de dezembro de 2011

Capas: Pantanal














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Biografia: Bete Coelho

A atriz em Poder Paralelo (2009)
A atriz e diretora Elizabeth Mendes Coelho nasceu no dia 2 de julho de 1963, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Atua no teatro desde os 10 anos de idade e também experimentou do outro lado, ao dirigir peças de teatro e shows de cantoras como Daniela Mercury, Marina Lima e Zélia Duncan. Em sua formação, entram diversos cursos, nas áreas de teatro, música, canto lírico, violino, dança clássica e moderna, realizados no Palácio das Artes em Belo Horizonte.

Começou na televisão na novela Kananga do Japão (89), como Lígia Prestes, e em 1991, na Rede Globo, faz a novela Vamp (91), como Jezebel. Em 1994, transfere-se para a SBT, e faz as novelas Éramos Seis (94), como Adelaide, Sangue do Meu Sangue (95), como Fernanda, que na trama era Fabrício, e Os Ossos do Barão (97), como Norma. Em 1998, faz a novela da Band Serras Azuis (98), como Cristiana Macedo. 

Em 2001, de volta à Globo, faz As Filhas da Mãe (2001), como Alessandra, filha de Lulu (Fernanda Montenegro). Depois, faz participações em Agora é Que São Elas (2003), como Vânia e Kubanacan (2003), como Cristal. Em 2005, faz a novela A Lua Me Disse (2005), como Marisinha, par de Agenor (Mário Gomes). Além de participar dessas novelas, participou em novelas da SBT, como Seus Olhos (2004), como Norma (sua segunda na carreira) e Cristal (2006), como Vitória.

Em 2007, transfere-se para a Rede Record, onde faz as novelas Luz do Sol (2007), como a antagonista Milena, fazendo par com Floriano Peixoto (William) e Poder Paralelo (2009) (foto), como Vânia Orlim.

Segundo fontes da revista Minha Novela, a atriz está confirmada para a novela da Record que substitui Vidas em Jogo (2011), Máscaras (2012), de Lauro César Muniz e atuará ao lado de colegas que trabalharam em Poder Paralelo, como Petrônio Gontijo, Paloma Duarte, Nicola Siri, entre outros. Ela viverá Valéria, uma mulher que se casou várias vezes, e também herdeira de títulos, ações e pensões de ex-maridos. Valéria dedica seu tempo a patrocinar a arte e descobrir jovens talentos. Um deles será Gino, interpretado por Emílio Dantas.

A atriz vive com o músico Renato Goda, pai de Gabriel.

Espero que gostem.
ME